sexta-feira, 30 de agosto de 2013

why everything is so meaningless? like a movie that was supposed to have finished ..

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

E só no céu ela encontrava a verdade...
E só nas estrelas ela confiava...
E só o Sol podia tocar seu corpo...
E só a Lua a despertava.
Não acredito no fim das coisas... Mas então nos transformamos? Em quê? Em nada? Em nada do tudo? Mas e o tudo então, que existia há tanto tempo, onde foi parar?
Sua liberdade é um percurso cheio de obstáculos, e que no final do mesmo ela não chega à plenitude, mas sim ao fim.
Mesmo querendo ficar lá, algo mais forte sempre me prendeu aqui.
Como se existisse uma proteína x no meu sangue, e tudo que me faz bem fosse anti-x. Então eu fujo, não deixo chegar até mim.
Sinto sua falta mesmo quando não sinto.
Senti medo quando você me abraçou forte, mas aquele medo que sentimos quando um filme que gostamos muito vai acabar, que nossa vontade é que não acabe jamais, mas que sabemos que não vai haver continuação do mesmo..e que logo voltaremos para nossa realidade chata...
Depois senti medo de mim que, como sempre, estrago com tudo o que me faz bem.
Talvez tudo que ela quisesse fosse um abraço seu, um sorriso, um beijo, um olhar seu.
Talvez ela quisesse fechar os olhos e saber que tem você, que pode ouvir sua voz, que pode sentir seu cheiro, que pode confiar em você.
Talvez tudo que ela quisesse fosse ficar sozinha mesmo, mas com você ao lado dela.
Talvez ela tivesse medo, medo de tanto amor, medo de te perder.
Talvez ela fosse diferente, amasse de um modo diferente.
Talvez tudo o que ela quisesse era ser entendida, era que você entendesse.
Talvez tudo o que ela quisesse era que você não tivesse deixado ela partir.
Talvez ela tenha te amado tanto, que achou que estava fazendo o melhor para você.
Talvez ela só quisesse seu perdão, e não ser julgada.
Talvez ela não quisesse ouvir mais nada, quisesse apenas olhar para você, sentir você.
Talvez ela não existisse mais.
Talvez ela só quisesse mais.
Talvez tudo que ela precisava era você.
Talvez ela quisesse que você lembrasse.
Talvez tudo que ela quisesse era dizer que sempre te amou.
Talvez ela não tenha você nunca mais.
Talvez você nunca saiba de nada.
Talvez nunca saiba a verdade.
Talvez ela encontre você.
Talvez.
Eco...Eco...Eco...Eco...
como dizer que você se foi? Se em todo momento é você que procuro, que escuto, que quero... Se passando a linha do "real" para a parte dos "sonhos" é você e só você que encontro.. Lá por longos períodos, cá por segundos.. Se seu cheiro está lá, sua voz, suas histórias, se só existe nosso mundo criado por nós... Se você ainda está lá, se minha alma está lá como dizer que foi embora? Afinal, quem se foi? Que sonho é esse que vim parar no qual você não pertence?
Foi tudo que o desenho dos seus olhos faziam ela enxergar, foi tudo que sua boca fez ela sentir, foi sua voz que esquentava seu corpo, seus abraços que faziam desejar o eterno, suas linhas que cartografavam labirintos... amor pra ela foi você.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Tudo que vive, vive de alguma sustentação,  quando a mesma deixa de existir, a única coisa que sobra é o vento, que se sente, se pega, mas se vai... e junto com ele se cai, se cai, se vai.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

And her mind still lost there without finding the path that light back home ... Everything is so strange, so full and so empty ... Strange faces, nonsense words, in a slow motion world with a clock rushed she is following in the mist ... Where is the fleece that marked her way back? She lost and can not find anymore...